Coordenação Modular – 22/03/2018

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Descrição

Curso Coordenação Modular

Data

22/03/2018

Formas de Participação

  • Presencial: Editora PINI – Avenida Paulista, 171, 6º andar – São Paulo (SP)
  • Web ao Vivo

Objetivo

O curso mostrará como estabelecer a união de todos os subcomponentes de uma obra sem perda, a conhecer a abrangência da coordenação modular dentro dos subcomponentes da construção civil, reduzir o desperdício em obra, o resserviço em projetos, assim como a redução do tempo de desenvolvimento dos projetos, possibilitando um processo de trabalho muito mais linear.

Instrutor

Flávio José Martins Nese

Mestre em Tecnologia de Construção de Edifícios / IPT Formado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Mackenzie, possui pós-graduação em Gestão Empresarial e em Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas, mestrado em Tecnologia e Racionalização Construtiva para Edifícios pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas, especialização em FEL – Front and Load e PPP – Pre-Project Planning. É associado ao PMI-SP – Project Management Institute, Bloco Brasil – Associação Brasileira da Indústria de Blocos de Concreto e Lean Construction Institute (LCI). Atualmente, atua como GP, gerente de projetos, responsável pelas ampliações e adequações legais dos imóveis da Fundação de Rotarianos de São Paulo – Colégio e Faculdades Integradas Rio Branco, Gestor Técnico da Moldharte Pré-fabricados em Concreto, Palestrante da ABCP – Associação Brasileira de Cimento Portland e responsável técnico e da Nese Arquitetura e Consultoria, empresa atuante no mercado de consultoria e projeto há mais de 25 anos. Autor dos livros – Manual Técnico de Alvenaria e Como Ler Plantas e Projetos.

Conteúdo programático

  1. INTRODUÇÃO

1.1. A utilização da alvenaria como principal material de construção;

1.2. A história;

1.3. Os materiais;

1.4. As construções persas e assírias;

1.5. Os exemplos de realizações de alvenaria da antiguidade;

1.6. No Brasil, a alvenaria de pedras;

1.7. A metodologia construtiva utilizada a partir da colonização;

1.8. 1867 – Campinas a primeira olaria mecanizada;

1.9. Ramos de Azevedo constrói edifícios públicos;

1.10. O método de construção dos palacetes da classe alta, a partir de 1890;

1.11. Anos 30;

1.12. A tecnológico da produção das alvenarias e revestimentos da época;

1.13. A crescente desqualificação e desvalorização da mão-de-obra que ocorreu a partir da década de 50,

1.14. A vedação vertical;

1.15. A interface com outros subsistemas do edifício;

1.16. A incidência do custo da produção dos vedos no orçamento;

1.17. Os maiores índices de desperdícios;

1.18. A produção da vedação vertical;

1.19. A importância da vedação vertical para a racionalização dos edifícios;

 

  1. RACIONALIZAÇÃO CONSTRUTIVA

2.1. O uso da coordenação modular;

2.2. A implantação de sistemas modulares;

2.3. Os processos construtivos;

2.4. Coordenação modular;

2.5. Coordenação dimensional;

2.6. ABNT NBR 15.873:2010;

2.7. Os projetos executivos, coordenados modularmente;

2.8. A fase de gerenciamento de projeto;

2.9. A definição dos componentes de cada subsistema integrado;

2.10. O uso da coordenação modular como ferramenta para a elaboração do projeto

2.11. A racionalização construtiva;

2.12. A qualidade e desempenho;

2.13. O conceito de racionalização construtiva;

2.14. Um modelo para a implantação de tecnologias construtivas;

2.15. Desenvolvimento da atividade de projeto;

2.16. Desenvolvimento da documentação;

2.17. Desenvolvimento dos recursos humanos;

2.18. Desenvolvimento do setor de suprimentos voltado à produção;

2.19. Desenvolvimento do controle do processo de produção;

2.20. Como organizar a produção?

2.21. Como obter produtividade?

2.22. Como obter a qualidade da mão-de-obra?

2.23. Como consolidar as evoluções internamente?

2.24. Como envolver todos os participantes no processo de produção?

2.25. Como garantir a continuidade da aplicação das técnicas?

2.26. Como praticar o desenvolvimento dos projetos?

2.27. Como destacar os objetivos do projeto de vedação vertical?

2.28. Quais as ferramentas de coordenação do projeto?

2.29. Quais as bases para o planejamento da produção da alvenaria?

2.30. Quais as interferências da alvenaria?

2.31. Quais os detalhes técnicos da produção?

2.32. Como ser um canal de comunicação eficiente entre projeto, planejamento e produção?

2.33. Como praticar o controle da produção da execução da vedação vertical?

2.34. O que é o projeto da vedação vertical?

2.35. Como elaborar o projeto de vedação vertical?

2.36. Como coordenar os projetos e suas interfaces?

2.37. Como obter a clara definição dos objetivos e parâmetros para elaboração do projeto coordenado?

2.38. Como obter agregação ao projeto com a máxima eficiência?

2.39. A visão sistêmica;

2.40. O que muda no projeto de vedação vertical?

2.41. A comunicação entre todos os integrantes;

2.42. A integração intensa entre projeto e obra;

2.43. Aumento da “construtibilidade”;

2.44. A Coordenação;

2.45. A definição das partes que constituem cada projeto;

2.46. A definição e padronização da forma de apresentação das informações;

2.47. A padronização da representação gráfica;

2.48. A criação de uma sistemática de avaliação;

2.49. O projeto da vedação vertical e o planejamento da produção no canteiro de obras;

2.50. O projeto da vedação vertical e o planejamento operacional da obra;

2.51. O projeto da vedação vertical e a atividade de suprimento de materiais e ferramentas;

2.52. O projeto da vedação vertical e o controle físico e financeiro;

2.53. O projeto da vedação vertical e a gestão da mão-de-obra;

2.54. Como obter desempenho da vedação vertical?

2.55. O conceito de construtibilidade;

2.56. “Construction Industry Institute” (CII, 1987);

2.57. A importância do envolvimento das pessoas;

2.58. As etapas de desenvolvimento do projeto e planejamento;

2.59. As 6 categorias da construtibilidade;

2.60. Orientação do projeto à execução;

2.61. Comunicação efetiva das informações técnicas;

2.62. Otimização da construção, com a geração de técnicas construtivas;

2.63. Recursos efetivos de gerenciamento e normalização;

2.64. Melhoria dos serviços dos subempreiteiros; e

2.65. Retorno do construtor ao projetista.

O PROJETO DA VEDAÇÃO VERTICAL

3.1. O projeto da vedação vertical;

3.2. Pontos críticos na análise do desempenho da vedação vertical ;

3.3. O relacionamento da vedação vertical com a estrutura na qual está inserida;

3.4. A análise da coordenação dimensional;

3.5. Especificação dos elementos com as características desejáveis;

3.6. Técnicas de produção adequadas para a execução racionalizada;

3.7. Interferências entre os vários componentes da própria vedação vertical: esquadrias e revestimentos;

3.8. Interferências entre as vedações verticais e as instalações prediais hidro sanitárias;

3.9. Interferências com a vedação horizontal e seus revestimentos sistemas de impermeabilização;

3.10. A análise do projeto estrutural;

3.11. A coordenação dimensional entre os vários elementos;

3.12. A coordenação dimensional como requisito fundamental para que não haver ajustes;

3.13. A coordenação modular e ausência de desperdício;

3.14. A coordenação dimensional e modular como padronização de detalhes construtivos;

3.15. O projeto da vedação vertical;

3.16. A correta especificação dos materiais e componentes;

  • Os valores de resistência mínima dos blocos da alvenaria;
  • As dosagens e resistência de aderência mínimas das argamassas de assentamento;
  • As espessuras e forma de preenchimento das juntas de assentamento;
  • A utilização de juntas verticais secas (sem preenchimento de argamassa);
  • A utilização de dois cordões no assentamento da junta horizontal, etc;
  • A colocação de reforços para garantir a resistência das partes;
  • A inclusão de juntas de movimentação;
  • A consideração das tolerâncias adequadas;
  • As etapas de execução dos revestimentos e acabamentos;

3.17. Técnicas alternativas de aberturas de alvenarias prontas;

  1. CONCLUSÕES

4.1. O projeto da vedação vertical;

4.2. As tecnologias construtivas racionalizadas;

4.3. A racionalização da produção da vedação vertical;

4.4. A racionalização de todos os demais subsistemas que compõem o edifício;

4.5. Na visão do desenvolvimento do projeto da vedação vertical;

4.6. O comportamento dos componentes da vedação vertical;

4.7. A implantação da racionalização construtiva;

4.8. Os potenciais benefícios advindos das estratégias utilizadas;

4.9. A importância na continuidade das pesquisas pelos fabricantes;

4.10. A contínua evolução das técnicas construtiva empregadas na execução de cada diferente processo construtivo;

 

 

Informação adicional

Tipo de participação

Presencial, Web ao vivo